Todo filho nasce de uma mãe e toda mãe, em seu sentido pleno da palavra, cuida de seu filho com amor, dedicação e carinho. Somos parte dela, viemos dela, crescemos ao seu lado, nos nutrindo com o seu leite, num ato de amor. Quantos bebês se calam ao toque do colo da mãe, ou ouvindo o seu ninar. Quantas mãe preocupadas ao ver sua criança chorar, principalmente no primeiro filho.
Essa breve exposição serve para nos remeter a uma simples pergunta: como terá sido o amor de Maria com o seu Filho Jesus? Quanta dor e silêncio foram guardados em seu coração, ao ver todo o sofrimento do seu filho numa cruz. Quantas noites perdidas ao relento, fugindo de Herodes, ela se preocupou em agasalhar aquele menino que mudaria a história do mundo.
Quantas mulheres aguentariam o que Maria aguentou? Primeiro, ao saber que teria um filho que não seria do seu marido José, segundo, que Ele seria o próprio Deus encarnado.
Ave-Maria,
cheia de graça!
O Senhor é convosco
Bendita sois vóis entre as mulheres
E Bendito é o Fruto do vosso ventre, Jesus
O Senhor é convosco
Bendita sois vóis entre as mulheres
E Bendito é o Fruto do vosso ventre, Jesus
Quantos adjetivos o anjo usou ao aparecer à Maria. Seria ela uma mulher qualquer?
Ela está cheia da graça, antes mesmo do Espírito Santo descer sobre ela;
Deus estava com ela;
Ela é a bendita entre todas as mulheres;
Bendito também o fruto do ventre dela.
Jamais Maria poderá ser considerada uma mulher qualquer. Acima de tudo, respeito pois foi o seu "sim" que trouxe ao mundo o nosso Salvador.
Mulher, eis aí o teu filho.
A Bíblia é a Palavra de Deus e, como tal, Deus nos fala através dela. O filho a quem Jesus se referiu somos todos nós que, naquele exato momento, passamos a ter, não só um Pai, mas uma Mãe também.

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